19 de outubro de 2012

O CÉREBRO E SUAS FUNÇÕES

                                                                          Moema Ameom, Cuiabá 18/10/2012 


Estudos moitakuenses a partir dos slides do site http://www.alz.org/brain_portuguese/01.asp
Quem se interessar em mergulhar no universo de Moitakuá aproveite a oportunidade vendo e olhando para o site acima desenvolvendo as ideias abaixo:

1-    As três partes do cérebro:

*      Observar a estreita relação da posição do cerebelo e tronco cerebral com a posição da nuca e dos olhos (sentidos visuais).
*      Relacionar o que for observado com a posição dos ossos esfenoide e vertebras cervicais.

Sites para perquisas:
 


(*)Questionamentos: A- as vertebras cervicais podem se desviar do caminho natural devido ao excesso de emoções captadas pelos sentidos visuais? B- As tensões no globo ocular podem causar mau uso das energias produzidas pelo cerebelo e tronco cerebral? C- O que isto acarretaria?

2-    Linhas de Alimentação:

*      Observar o local por onde passa o tronco das artérias.
*      Temos em média 92 batimentos cardíacos por minuto. Todo o sangue transportado passa por este espaço visualizado no slide.
*      A rede de vasos alimenta de oxigênio o cérebro e precisa das artérias para mantê-los ativos.
Questionamento: A- Se as vértebras cervicais estiverem desalinhadas e comprimidas, como ficará a passagem de sangue provenientes das artérias e rede de vasos? B- Nosso Planeta vem produzindo média de 30% de oxigênio. O que acontece com oxigênio do cérebro humano quando mal posicionado?
3-   
 O Córtex: “Rugas do pensamento”

*      Observar o campo dos registros cognitivos que, neste slide é representado por: sensações, imagens, sons, cheiros, pensamentos, resoluções de planos, e lembranças.
*      Compará-lo ao campo dos controles voluntários.

Questionamentos: A- o que acontece com o córtex quando damos prioridade ao desejo de controlar os movimentos cognitivos? B- Isto é possível?
4-   
 Cérebro esquerdo / Cérebro direito

*      Observar que quando o texto diz: “idiomas” está se referindo aos processos de comunicação verbal – ato de verbalizar o que capta através do hemisférios cerebrais.
*      Ao ler a palavra “controle” no texto, lembre-se que isto é uma tradução do inglês e que a interpretação da palavra é do tradutor. Digo isto, porque esta palavra não de adequa às ações do cérebro que nada controla e tudo orienta através dos sentidos (estes não sabem o que vem a ser controlar). Como vimos no slide anterior, os processos cognitivos são a maioria.
*      “Os especialistas não sabem ao certo” – certeza jamais haverá em se tratando de funcionamento encefálico, mas novos estudos (já não tão novos) falam assim:

São dois hemisférios que compõem o cérebro: o lado direito e o lado esquerdo.
Cada uma dessas partes, ou cada lado, serve para "decodificar" informações diferentes a respeito do mundo.... O hemisfério direito fica responsável por captar informações mais emocionais, como o tom da voz, a música, a melodia, a prosódia, a intuição, o pensamento simbólico, a criatividade... Já o hemisfério esquerdo é responsável por absorver informações mais lógicas, como a competência comunicativa, a leitura de palavras, o pensamento racional,... (http://psicoterapiaemestudo.blogspot.com.br/p/hemisferios-teste-2.html)

Mas é bom esclarecer e frisar que a mente racional está ligada, principalmente, a processos do hemisfério cerebral esquerdo, enquanto a mente intuitiva ao direito. Ambas se completam, mas se usarmos mais umas faculdades que outras, podemos hipertrofiar certas habilidades e atrofiar outras! E isso o ensino acadêmico racional fez bem (infelizmente!): ampliou a racionalidade em detrimento da criatividade! É chegada a hora de balancear isso bem! (Matheus Moura) http://filosofia.uol.com.br/filosofia/ideologia-abedoria/31/artigo228132-2.asp.

Questionamentos: A- Como os exercícios que fortalecem a memória cognitiva (aqueles que surgem dos sentidos) podem auxiliar no equilíbrio dos impulsos neurológicos? B- Qual a função da disciplina quando se estimula sentidos respeitando-os como fonte de criação de novas propostas mecânicas?


5-    A Floresta de Neurônios

*      “Os sinais que viajam através da floresta de neurônios formam a base das memórias, pensamentos e sentimentos.” Podemos dizer então que estes impulsos são movidos à cognição. Portanto, o enfraquecimento dos mesmos advém da pouca importância dada aos processos provenientes dos sentidos.

*      As células nervosas são responsáveis pelos movimentos de ação / reação geradores da criatividade orgânica. Acúmulo de reações retidas no organismo oblitera as ações gerando um círculo vicioso causador das inflamações no Corpo Físico.

*      A criatividade orgânica se manifesta na produção de movimentos externos de comportamento, expressões e atitudes.

*      Reter reações significa: reter emoções = movimentos vitais regidos pela cognição & esconder as verdades da alma.

Questionamentos: A- Exercitar os sentidos na matéria pode auxiliar no convívio com as reais emoções? B- Serão as redes nervosas as principais formadoras dos Sistemas Nervosos Central e Periférico? C- Brincar com movimentos criativos pode auxiliar no desbloqueio do estresse? D- Qual o grau de importância que a sociedade dá aos sentimentos /emoções?

Acredito que com todos estes dados, muitas brincadeiras podem surgir auxiliando na desmistificação do Mal de Alzheimer.

Hoje em dia, devido ao acúmulo de informações e exigências de comportamentos produzidas pelas propagandas e marketings, muitas crianças (para não falar bebês) apresentam muitos dos distúrbios apresentados nesses slides.

As exigências educacionais disfarçadas de evolução social retroagem as posturas fazendo com que o cérebro e seus hemisférios cada vez mais se subdividam. Prioriza-se por demais o hemisfério esquerdo ao mesmo tempo em que se estimula o direito através de uma criatividade ceifada. Chamo de criatividade ceifada aquela que não passa pela experiência corporal; é construída apenas na imaginação ampliando a potência do superego.
  
O que no passado era feito às claras através de proibições disciplinares, hoje ganha máscara de controle. Controlar emoções é o ditame mais intenso da nossa sociedade vigente e tudo sob o disfarce do avanço tecnológico. Desenvolvem-se as máquinas criadas pelo Homem em detrimento e enfraquecimento das máquinas humanas.

Até quando?

Observação importante: (*) Os questionamentos devem servir para expandir raciocínios e formar ideias que, ao surgirem, formarão conceitos a serem transformados a cada momento de vivência com as experiências que os mesmos suscitarão. Conceitos cristalizados são responsáveis por mentes enfraquecidas.
                                      

24 de junho de 2012

MOTIVAÇÃO


                                         

Parte A

Motivação = movimento que conduz à experimentação, não necessariamente para alcançar o desejado.

Desejo = potência. O desejo cria a potência e conduz ao caminho da experimentação.

Potência = energia vital proveniente do Sistema Nervoso Central – SNC - que dá à matéria a capacidade de experimentar os processos de ação/reação existentes nos impulsos sinápticos que estimulam a coordenação motora e os movimentos autônomos das vísceras.

A matéria – Corpo Físico (Soma) – necessita da experiência 

para descobrir e regular a potência que produz.

Portanto;

Experimentar = praticar o desejado.

Exemplo:

v  Questionamento interno 1: desejo levantar da cadeira e ir até a porta. O que é preciso fazer?

v  Conclusão: mover o corpo até o objetivo.

v  Questionamento interno 2: o que é preciso ser usado para alcançar este desejo?

v  Conclusão: acionar a coordenação motora colocando em ação os processos contidos nos movimentos circulares e espiralados das articulações e cadeias musculares.

A motivação está contida na prática do desejo e não no 

ato de alcançar o desejado.

Poder = a sensação de poder é o nutriente básico do ato de experimentar. Quando assim acontece, os processos nele contidos conduzem a matéria para a realização do desejo sem criar ou gerar pontos fixos (não confundir com objetivos) a serem alcançados. 

Poder experimentar sem cobranças ou medo de errar propaga, gradativamente, no Soma, a confiança necessária para gerar objetivos claros e específicos no/do desejo.

Confiança = segurança = poder interno que se propaga naturalmente construindo o poder externo = prazer na realização = satisfação pessoal.

A insatisfação desmotiva. E vice-versa.

Vivência do medo > encontra-se na proposta de desenvolver as motivações, gerando novas maneiras de desejar a mesma coisa, coibindo a sensação de culpa por não alcançar o desejado. Propaga a fonte de revitalização sistêmica proveniente da capacidade de utilizar a potência em proporções cada vez maiores.

Recriação de novos patamares de limites = mudança no foco 

da visão = ampliação da consciência.

Saber vivenciar bem as redes do medo amplia a 

consciência.

Boa qualidade de vivência = boa qualidade de apoio            


Parte B

O desejo vem do Q* = CO* e deve ser processado no 


CF* = PQ*.

Quando o processamento – experiência - não atinge a 

consciência, perde-se o aprendizado enfraquecendo a 

motivação. Surge a impotência alimentando o medo de 

perder o poder, ou seja, a potência de si mesmo = 

insegurança instalando o medo de errar (vice-versa).

Morrem assim os processos de motivação sistêmica fazendo 

surgir a acomodação.


Cômoda ação = movimentos já conhecidos onde os riscos 

parecem ser menores. Minimizam-se os riscos externos 

ampliam-se os internos > doenças = círculos de energia que 

não encontram o caminho do fluxo vital = desvitalização = 

desmotivação.

É importante valorizar os processos que conduzem à 

realização sem gerar ou pontuar caminhos para se 

alcançar o desejado.


Desejo = motivação = potência = CO* = Q* = SNC

Consciência + aprendizado = CF* = PQ* = Sistema Nervoso 

Periférico- SNP

Quando bem orientados, geram harmonia no QQ* = CE* 

estruturando o Sistema Humano, permitindo estruturação da 

sua auto-sustentabilidade > individualidade.


Praticar o desejo vem a ser:


Desenvolver os movimentos vitais do CF* na direção do 

objetivo a fim de multiplicar infinitamente as formas e 

maneiras de colocar em /na prática a motivação.


Voltando ao exemplo já citado:

v  Questionamento interno 1: desejo levantar da cadeira e ir até a porta. O que é preciso fazer?

v  Ação > eu arrisco levantar-me mesmo sentindo medo de cair. É preciso pedir ajuda. A mesma deve dar o apoio na medida justa; sem cobranças, sugestões, análises do que deve ser feito. A observação dos movimentos que serão realizados será a fonte de novas descobertas quanto aos próximos apoios.


Se a ação não é reconhecida pela consciência como sendo 

algo valioso para quem a realiza, perde a onda de reação 

proveniente dela. Com isso a energia gerada é propagada 

no próximo.


Neste caso o sistema, por não se nutrir das reações de suas 

ações, enfraquece; sobrecarrega as fáscias viscerais criando 

densa rede energética no SNP onde o fluxo vital não 

consegue se manifestar com a intensidade coerente com a 

que é produzida no encéfalo. Perde-se o rumo da coerência 

acabando por seccionar a razão da sensibilidade – o ego do 

id – o lado esquerdo do lado direito.


Sugestões práticas:

  •    Observar como são utilizados os terminais do CF (dedos dos pés e das mãos) amplia a visão com relação às reais possibilidades do mesmo.
  •    Distensionar as redes do SNP através de estímulos à criação de movimentos desconhecidos, auxilia na percepção dos limites = medos.
  •    Brincar com o corpo colocando-o diante de desafios de possibilidades acorda a mente. Ex.: pular corda, subir em árvores, engatinhar, rolar com o corpo no chão (em uma grama melhor ainda), rodar currupio (descobrir o que vem a ser isso), e todos os tipos de artes bem arteiras que venha a descobrir. Quanto mais “errada” melhor! 
(*) Na metodologia o Q representa o verdadeiro Querer 

que encontra-se instalado na medula óssea.Por 

analogia transforma-se no Id a eterna criança que nos 

acompanha. O PQ é o Posso Querer , a matéria onde   

tudo se processa, responsável pelos verdadeiros limites 

de realização; o ego. O QQ - Quero Querer- a rede do 

imaginário que cerca e espelha a matéria. Projeção das 

idéias, ideais e desejos -morada do superego.