Não perca essa oportunidade!
Atualizações sobre os projetos idealizados e realizados por Moema Ameom, criadora de Moitakuá
3 de julho de 2012
24 de junho de 2012
MOTIVAÇÃO
Parte
A
Motivação =
movimento que conduz à experimentação, não necessariamente para alcançar o
desejado.
Desejo =
potência. O desejo cria a potência e conduz ao caminho da experimentação.
Potência = energia
vital proveniente do Sistema Nervoso Central – SNC - que dá à matéria a capacidade de experimentar os
processos de ação/reação existentes nos impulsos sinápticos que estimulam a
coordenação motora e os movimentos autônomos das vísceras.
A
matéria – Corpo Físico (Soma) – necessita da experiência
para descobrir e
regular a potência que produz.
Portanto;
Experimentar
= praticar o desejado.
Exemplo:
v Questionamento
interno 1: desejo levantar da cadeira e ir até a porta. O que é preciso fazer?
v Conclusão:
mover o corpo até o objetivo.
v Questionamento
interno 2: o que é preciso ser usado para alcançar este desejo?
v Conclusão:
acionar a coordenação motora colocando em ação os processos contidos nos
movimentos circulares e espiralados das articulações e cadeias musculares.
A
motivação está contida na prática do desejo e não no
ato de alcançar o
desejado.
Poder = a
sensação de poder é o nutriente básico do ato de experimentar. Quando assim
acontece, os processos nele contidos conduzem a matéria para a realização do
desejo sem criar ou gerar pontos fixos (não
confundir com objetivos) a serem alcançados.
Poder experimentar sem cobranças
ou medo de errar propaga, gradativamente, no Soma, a confiança necessária para
gerar objetivos claros e específicos no/do desejo.
Confiança
= segurança = poder interno que se propaga naturalmente
construindo o poder externo = prazer na realização = satisfação pessoal.
A
insatisfação desmotiva. E vice-versa.
Vivência
do medo > encontra-se na proposta de desenvolver as motivações,
gerando novas maneiras de desejar a mesma coisa, coibindo a sensação de culpa
por não alcançar o desejado. Propaga a fonte de revitalização sistêmica
proveniente da capacidade de utilizar a potência em proporções cada vez
maiores.
Recriação
de novos patamares de limites = mudança no foco
da visão = ampliação da consciência.
Saber
vivenciar bem as redes do medo amplia a
consciência.
Boa
qualidade de vivência = boa qualidade de apoio
Parte
B
O
desejo vem do Q* = CO* e deve ser processado no
CF* = PQ*.
CF* = PQ*.
Quando
o processamento – experiência - não atinge a
consciência, perde-se o
aprendizado enfraquecendo a
motivação. Surge a impotência alimentando o medo de
perder o poder, ou seja, a
potência de si mesmo =
insegurança
instalando o medo de errar (vice-versa).
Morrem
assim os processos de motivação sistêmica fazendo
surgir a acomodação.
Cômoda
ação = movimentos já conhecidos onde os riscos
parecem ser menores. Minimizam-se
os riscos externos
ampliam-se os internos > doenças = círculos de energia que
não encontram o caminho do fluxo
vital = desvitalização =
desmotivação.
É
importante valorizar os processos que conduzem à
realização sem gerar ou
pontuar caminhos para se
alcançar o desejado.
Desejo
= motivação = potência = CO* = Q* = SNC
Consciência
+ aprendizado = CF* = PQ* = Sistema Nervoso
Periférico- SNP
Quando
bem orientados, geram harmonia no QQ* = CE*
estruturando o Sistema Humano,
permitindo estruturação da
sua auto-sustentabilidade > individualidade.
Praticar
o desejo vem a ser:
Desenvolver
os movimentos vitais do CF* na direção do
objetivo a fim de multiplicar
infinitamente as formas e
maneiras de colocar em /na prática a motivação.
Voltando
ao exemplo já citado:
v Questionamento
interno 1: desejo levantar da cadeira e ir até a porta. O que é preciso fazer?
v Ação
> eu arrisco levantar-me mesmo sentindo medo de cair. É preciso pedir ajuda.
A mesma deve dar o apoio na medida justa; sem cobranças, sugestões, análises do
que deve ser feito. A observação dos movimentos que serão realizados será a
fonte de novas descobertas quanto aos próximos apoios.
Se a
ação não é reconhecida pela consciência como sendo
algo valioso para quem a
realiza, perde a onda de reação
proveniente dela. Com isso a energia gerada é
propagada
no próximo.
Neste
caso o sistema, por não se nutrir das reações de suas
ações, enfraquece; sobrecarrega
as fáscias viscerais criando
densa rede energética no SNP onde o fluxo vital
não
consegue se manifestar com a intensidade coerente com a
que é produzida no
encéfalo. Perde-se o rumo da coerência
acabando por seccionar a razão da
sensibilidade – o ego do
id – o lado esquerdo do lado direito.
Sugestões
práticas:
- Observar como são utilizados os terminais do CF
(dedos dos pés e das mãos) amplia a visão com relação às reais possibilidades
do mesmo.
- Distensionar as redes do SNP através de estímulos à
criação de movimentos desconhecidos, auxilia na percepção dos limites =
medos.
- Brincar com o corpo colocando-o diante de desafios
de possibilidades acorda a mente. Ex.: pular corda, subir em árvores,
engatinhar, rolar com o corpo no chão (em uma grama melhor ainda), rodar
currupio (descobrir o que vem a ser isso), e todos os tipos de artes bem
arteiras que venha a descobrir. Quanto mais “errada” melhor!
(*) Na metodologia o Q representa o verdadeiro Querer
que encontra-se instalado na medula óssea.Por
analogia transforma-se no Id a eterna criança que nos
acompanha. O PQ é o Posso Querer , a matéria onde
tudo se processa, responsável pelos verdadeiros limites
de realização; o ego. O QQ - Quero Querer- a rede do
imaginário que cerca e espelha a matéria. Projeção das
idéias, ideais e desejos -morada do superego.
20 de junho de 2012
Curso de FormAção de Moitakuá - Nível I
Depois de dez anos processando e aplicando estudos, pesquisas e análises sobre os níveis de consciência existentes na formação dos movimentos vitais, alcanço, com muita alegria, este ponto de conquista.
A partir de agora, Moitakuá poderá ser assimilado de maneira mais simplificada e, por isso mesmo, mais integrada, coerente e coesa, por aqueles que quiserem conhecê-lo de perto.
Agradeço particularmente àqueles que confiaram em mim acompanhando-me nesta jornada.
Á vida e sua magia que configurou a estrada.
Aos meus filhos, que aturaram meus colapsos e me serviram de mestres-cobaias.
Aos Agentes Vitalizadores e Psicoemosensorialista que se formaram através da convivência em atendimentos, ciclos, cursos de in.form.Ação e palestras vivenciais.
Este momento é nosso!
O
Nível I propõe formação nos princípios estruturais
desta metodologia que vem amealhando sucessos desde sua formação no ano 2000
tendo já formado 10 Agentes Vitalizadores e 3 psicoemosensorialista, todos
desenvolvendo trabalhos relevantes em diversas áreas profissionais.
Propostas de trabalho:
Tempo: 6 aulas com 3h e meia cada.
Carga horária total: 15hora
As aulas podem ser ministradas em:
A- uma semana > aulas diárias
B- duas semanas > 3 aulas por semana. sugestão: sexta, sábado e domingo
C- um mês > duas aulas por semana. sugestão: finais de semana
Tempo: 6 aulas com 3h e meia cada.
Carga horária total: 15hora
As aulas podem ser ministradas em:
A- uma semana > aulas diárias
B- duas semanas > 3 aulas por semana. sugestão: sexta, sábado e domingo
C- um mês > duas aulas por semana. sugestão: finais de semana
> Numero mínimo de
participantes: a estudar de acordo com os custos
> Número
máximo: 25 (em cada turma)
> Público alvo:
Todos os interessados e ampliar visões pessoais e/ou profissionais a fim de
construir novo padrão de consciência individual.
Desenvolvimento
das áreas de estudo:
Ø Teoria:
- 1º.dia > Anatomia
Fisiológica – esqueleto ósseo e inter-relação com as cadeias musculares;
a medula e suas funções.
- 2º.dia > Fisiatria
– a mecânica do movimento e suas dinâmicas; reconhecimento dos pontos de
apoio.
- 3º. dia >
Neurologia – funções dos sistemas nervosos central e periférico na
locomoção; as fáscias e os processos de hjpo/hiper tônus; redes periféricas
da pele.
- 4º. dia >
Psicologia – os jogos da psique e seus reflexos na locomoção e propostas
de vida.
- 5º. dia > Anatomia
Emocional – ondas vibracionais que modificam a mecânica articular, altera a
cadeia muscular minimizando ou maximizando a cognição > a dança da
vida.
- 6º. dia > Pedagogia
- aprender a aprender o grande
mistério da (in)evolução humana.
Ø Prática:
1º. dia > OOSH – Orientação
Organizacional do Sistema Humano através de exercícios de conscientização
dos movimentos articulares; manipulação orientada – o poder das mãos.
2º.dia > OOSH – locomoção > fonte de revitalização >
auto-massagem
obs.: Havendo piscina térmica a OOSH pode ser substituída
por Movimentákua sendo o estudo
desenvolvido na água.
3º.dia > Orientação para o desenvolvimento de toques
capazes de aliviar tensões excessivas > regulagem do tônus > harmonização
energética do Corpo Físico.
4º. dia > jogos corporais e teatrais onde a brincadeira
ganha seu real valor de organizadora da psique > contando histórias para
equalizar as redes de comunicação.
5º. dia > Dança Essencial > encontro com os
movimentos desconhecidos existentes no corpo > a alma que
se expressa
6º.dia > Brincando de reaprender o já conhecido > reconhecimento dos processos de locomoção da
infância vendo-os como mestres para um presente melhor > orientação para massagem oriunda da Ayuvédica, Shantala
e Shiatsu > carinho materno.
Observações
Gerais:
- Deverá ser incluída Palestra Vivencial oferecida
gratuitamente aos participantes inscritos e à publico interessado em
conhecer o trabalho. Será um dia antes do início do curso sendo oferecidas
as vagas que ainda houver. Mesmo que as vagas estejam preenchidas a Palestra Vivencial deve existir.
- Ao final do Curso será oferecido
Certificado de Participação.
- Aquele que vier a participar dos
Níveis II, III, IV e V ganhará Certificado de Agente Vitalizador,
tornando-se, assim, reconhecido disseminador da metodologia.
- Havendo interesse o curso abre a
possibilidade de formar atividades infantis (de 4 à 7 anos) e
infanto-juvenis (de 7 à 10 anos), utilizando as mesmas como veículo de
aprendizado prático para os participantes. Valor Extra.
- Serão oferecidos atendimentos
individuais e /ou massagens com Moema Ameom para aqueles que se
interessarem em aprofundamento nos estudos. Valor Extra.
Observação Final:
O curso será produzido e vendido pela
InFocus Arte & Aprendizagem
que, em breve estará veiculando contatos e propostas.
InFocus Arte & Aprendizagem
que, em breve estará veiculando contatos e propostas.
"Não me arrependo de nenhum passo dado, nenhum gesto, atitude nem palavras. Todos estes movimentos
foram o adubo certo para o plantio e a colheita deste momento conquistado em nome do amor por meus filhos e pela vida que eles me deram para viver!" Moema Ameom
8 de junho de 2012
Mim Profundis

O texto abaixo é resultado da Reunião dos Professores de junho-2012 realizada na Escola de Dança MovimentARTE onde venho trabalhando a implantação de uma nova metodologia de dança utilizando os princípios de Moitakuá.
Esforço:
Todo e qualquer sinal de sensação de esforço na execução de qualquer movimento seja físico ou mental é conseqüência da desregulagem tonal do Sistema Humano como um todo. Este esforço traz desconforto na realização tornando-a mais difícil do que realmente o é. Enfatiza o drama, o sofrimento e causa dicotomia (incoerência) entre o Ego e o Id supervalorizando o Superego. A causa é o desequilíbrio entre o Hipo e Hiper Tônus devido a impossibilidade do fluxo do ar no organismo. Este desequilíbrio inibe a passagem do ar pelas cadeias musculares, desviando o esqueleto ósseo do seu curso natural. Este desvio é o causador da tensão excessiva nas redes dos SNP inibidoras dos fluxos provenientes do SNC. Neste ciclo onde movimentos incoerentes se auto-alimentam, a conscientização das partes do corpo auxilia a objetivar e concentrar a atenção através da cognição, minimizando as tensões internas.
Lembremos que:
Hipo tônus = (+) = expansão
Hiper “ = (-) = contração
> ambos geram os processos de ação / reação molecular responsáveis pela revitalização do Sistema Humano assim como de qualquer Sistema Vivo planetário.
Som:
Foi visto pela maioria dos professores como sendo música, o que enfraqueceu um pouco o desenvolvimento do questionamento sobre a relação com o movimento. Uma vez visto que somos um aparelho sonoro e que cada movimento produzido dentro e fora do corpo produz e emana som, ficou mais claro poder observar a importância da respiração na realização de movimentos sem que seja desenvolvido esforço orgânico. Objetivou-se o fato de que os movimentos produzidos pela coordenação motora são impulsionados pelos movimentos organizados pelos aparelhos internos (digestivo, circulatório, etc...) e que os mesmos são autônomos, sendo regulados pela maneira como entra e sai o AR do organismo. Organizar estes processos é o papel da consciência formada através da orientação aos valores cognitivos.
DisciplinAR:
O ato de disciplinar parte do princípio relativo ao respeito do tempo biológico e não à imposição de valores pré estabelecidos que acabam por conduzir ao desajuste tonal. O mais importante para que aconteça a disciplina é a observação dos valores apresentados pelo outro, ajustando-os às ondas sensoriais que os mesmos geram no interior do corpo que os absorve. Portanto, o grau de observação (absorção consciente) deve ser ampliado para que os movimentos de dar e receber (ação /reação) transformem-se em jogos corporais fortalecedores dos processos emocionais que nada mais são do que as ondas provocadas pelos movimentos autônomos do matéria e da mente – formadores do corpo físico: desconhecidos e caóticos. Quando harmonizados disciplinarmente geram a verdadeira potência da existência do Ser.
Tempo Biológico:
Regulagem, através do AR, dos movimentos de contração X expansão. Quando não amadurecidos intensificam as redes do medo enfraquecendo (excesso de Id) ou fortalecendo (excesso de Ego) os limites. Limites bem equalizados ao som do organismo produzem firmeza de posicionamento e tranqüilidade de execução gerando a verdadeira responsabilidade.
Responsa habilidade:
Ser responsável é desenvolver a capacidade de responder por si mesmo pelas suas próprias habilidades.Ser capaz de desfiar a si mesmo e ousar aprender a aprender. Tornar-se vazio diante do momento vivenciado para que possa nele colocar seus conhecimentos internos observando seus processos cognitivos diante do novo.
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