15 de setembro de 2011

CONSIDERAÇÕES GERAIS


 por Moema Ameom
“AMOR é a descoberta de nós mesmos nos outros e a ALEGRIA desse reconhecimento” Alexander Smith

Todo e qualquer movimento a começar pelo molecular, contem um processo sinestésico, que eu denomino de Movimento Vital.
Este processo é resultante do fluxo / refluxo existente na medula óssea.
A vitalização sistêmica – aqui no caso tratado como Sistema Humano - SH -, é proveniente dos movimentos causados por este processo, onde a energia decorrente do encéfalo se manifesta na matéria orgânica, criando os Sistemas Nervosos.
OS SISTEMAS NERVOSOS comandam todo o funcionamento do SH.
Na composição do Corpo Físico – CF / PQ - os nervos exercem o papel de “fios” portadores das energias existentes na medula, realizando a intercomunicação entre os ossos. A qualidade desta comunicação dá ao esqueleto ósseo – CO / Q – a maneira (como) as expressões das cadeias musculares irão se desenvolver.
EX. PRESSÕES = movimento tonal > Hipo / Hiper tônus
 As ondas vibratórias provenientes do como, alcançam as camadas musculares, viscerais e epiteliais com a função de dar ao CF /PQ a capacidade de agir – ação / reação.
AÇÃO X REAÇÃO = princípio básico dos movimentos vitais.
As ações / reações são, portanto, resultantes da intensidade tonal das vibrações sinestésicas propagadas no CF / PQ. Sendo assim, para que a energia vital existente no multiverso possa ser captada, absorvida e transformada no SH, é preciso que a matéria aquosa do CF / PQ, realize ressonância harmônica com a matéria do CO / Q. Esta permuta de favores só é possível se as redes nervosas (Sistema Nervoso Periférico) aprenderem a estimular e ser estimuladas sem encontrarem bloqueios causados por resíduos moleculares.
RESÍDUOS MOLECULARES = desequilíbrio tonal
Sendo portador de sabedoria orgânica os três corpos do SH tendem a criar e recriar movimentos cujo único objetivo é um dia conseguir descobrir os caminhos de conexão que os façam realizadores de suas próprias experiências, aquela existente na medula óssea que faz conexão com o Multiverso.
A principal fonte da ânsia (ansiedade) dos humanos é a necessidade visceral de ajustar-se à sua fonte vital. Esta busca insana, sendo motivada por estímulos externos acaba se manifestando em criações exorbitantes cujo ritmo descompassado de execução não acompanha os processos sinestésicos dos movimentos vitais.
Este jogo de perdas e ganhos é o responsável pelo enorme desequilíbrio ambiental que vem sendo o principal responsável pela destruição da vida planetária.
ANSIEDADE = alteração do bio-ritmo regido pelo Aparelho Respiratório.
Ou seja, de tanto querer se conhecer internamente os humanos construíram matéria sólida na parte externa do CF / PQ, colocando os processos sinápticos fora da matéria orgânica. Com isso passaram a utilizar seu campo de propagação energética – Corpo Etéreo / Quero Querer – CE / QQ, em barreira invisível que os afastam cada vez mais de sua verdade visceral.
CAMPO DE PROPAGAÇÃO ENERGÉTICA = também denominada de capa áurica é o local onde é realizada a filtragem das energias captadas do plano exterior, assim como a equalização daquelas emanadas pelo CF do seu interior.
A imaginação é o movimento sinestésico do pensamento.
Ela proporciona ao CF / PQ, estímulo e motiv.ação para a sinestesia do CF / PQ. É a responsável pelo ato de criar, fundamental para a manutenção do continuum da vida. O SH produz pensamento e com ele forma sua imaginação para que, motivado pelo desejo de colocar sua imaginação em prática, possa se colocar no campo da realização rompendo as barreiras do medo que o separa do multiverso interno / externo.
O movimento sinestésico do pensamento é capaz de criar com tamanha intensidade a imaginação que esta pode gerar um “falso”corpo CE / QQ que irá produzir sensações de realização onde a percepção não terá grau de alcance necessário para regular a consciência. Sendo este campo também produzido pela emanação das ondas vibratórias da energia medular (via pensamento), torna-se um espelho distorcido das verdadeiras motivações e desejos. Atos falhos – inconsciência?
CONSCIÊNCIA = regulada (e/ou manipulada) pelo LIMITE entre Hipo e Hiper tônus > equilíbrio tonal.
Quanto maior o grau de desequilíbrio tonal, maior será o grau de inconsciência e mais ampla a (in) capacidade de resgate da consciência em sua real potência.
Ficamos então com uma questão bem simples, e por isso mesmo não muito fácil, para colocarmos em prática:
Exercitar o CF / PQ para que o equilíbrio tonal se ajuste em grau cada vez mais próximo da real potencialidade visceral, gerando a intensidade necessária para o resgate da consciência a fim de que ações / reações venham a gerar processos harmônicos com a sinestesia contida nos Movimentos Vitais, responsáveis pela formação da existência. MAKTUB!
MOITAKUÁ ensina.
MO = movimentos vitais
ITA (*) = pedras > por analogia = esqueleto ósseo / energia vital
KUÁ (*) = água > por analogia = sangue / energia sinestésica
(*) Nomes extraídos do dialeto Guarani pertencente ao tronco Tupi.
MOITAKUÁ, enquanto metodologia, se subdivide em: Orientação Organizacional do Sistema Humano, Educação Vital, Movimentákua e Dança Essencial. Na OOSH, encontra-se o desenvolvimento da Massagem Corporal.
Todos estes caminhos têm como principal e único objetivo, regular o tônus  conduzindo o SH para o encontro com a sua totalidade sistêmica a fim de que possa se unir ao Holo multifacetado do Universo.
Conceitos:
Sinestesia (do grego (syn) "união" ou "junção" e (esthesia) "sensação") é a relação de planos sensoriais diferentes: Por exemplo, o gosto com o cheiro, ou a visão com o olfato. O termo é usado para descrever uma figura de linguagem e uma série de fenômenos provocados por uma condição neurológica. Pesquisa: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinestesia
O Movimento Cinestésico tem a ver com a percepção de movimentos musculares. Centram suas experiências nas demonstrações físicas; por exemplo, ao se comunicarem necessitam tocar o seu ouvinte. O cinestésico-corporal, processa melhor a informação através do movimento e do toque, aprende melhor movimentando-se, tocando ou mexendo nas coisas.
O Sinestésico tem a ver com aquele que é “sensorial”, ou seja, é capaz de fundir ou misturar diferentes sentidos, por exemplo, conseguem ouvir (audição) um movimento visual (visão) ou sentir cheiro (olfato) ou gosto (paladar) de uma imagem visual (visão) ou visualizar (visão) ao ouvir (audição) uma música.
Portanto podemos dizer que um Cinestésico é também, de certa forma, um Sinestésico, porque o Cinestésico aprende melhor através do toque, por meio do toque (tato) ele consegue ouvir (audição) melhor a informação. Isso é um exemplo de misturar diferentes sentidos, que ocorrem tipicamente com Sinestésicos.
Questionamentos:
O que acontece com a ARTE de VIVER quando predomina a Cinestesia?
O que acontece com as formas artísticas quando perdem a Sinestesia?
                                                                      
                                                                    Itaipuaçu, 12 de setembro de 2011

5 de setembro de 2011

DANDO CONTINUIDADE .....



Primeiro e segundo dia

Sentar em um banco encostando-o na parede. Sentir as costas na parede liberando o crânio afastando-o da parede. Pés bem apoiados no chão, mãos descansando sobre a perna, palma das mãos para cima.
Um som gostoso é boa companhia. Que o ambiente esteja com pouca luminosidade de preferência. Coloque em seu colo folhas de papel absorvente ou lenço de papel.
Feche os olhos e concentre-se no relaxamento da mandíbula e no descanso da língua no chão da boca.

Passo 1 - Comece letamente a massagear seus dentes mandibulares começando do último dente da direita para o último da esquerda. Que a massagem seja realizada com calma e muita atenção para não tencionar os lábios e não fechar a boca. Se quiser para no meio do caminho, faça-o, retomando do mesmo dente que parou. Quando terminar, volte a descansar a língua no chão da boca e observe-se.

Passo 2 – Coloque a língua para fora e segure a ponta dela com uma das folhas de papel que estão no seu colo. Com uma suave pressão, puxe a língua para baixo (direção do peito) segurando-a firmemente. Comece então a emitir um som bem suave, buscando as vogais como estímulo. Não deixe que a língua entre durante a execução do som. Quando terminar (você determina o tempo), comece a brincar de segurar a língua com os lábios pressionando-os contra ela por um tempo para depois relaxar. Solte a língua quando quiser. Sinta-se na totalidade e busque a conscientização das mutações internas.

Passo 3 – Massageie o “céu da boca’- véu palatal – com a língua. Imagine que comeu um caramelo e ele está colado. Descole-o com a língua. Ao terminar a “limpeza”, encha a boca de ar, sem prender a respiração e mastigue / bocheche o/com o ar. Soltar o ar e repita mais 2X. Assoe bem as narinas estimulado a saída do ar pelas fossas nasais. Lavá-las com soro é muito bem vindo neste momento. Dê um tempo para se observar.

Passo 4 – Esfregue bem as mãos e massageie toda a face e o couro cabeludo até abrir os olhos, espreguiçar e ficar de pé.

Tempo total : máximo de 30 min.

Terceiro e quarto dia

Todo o início da orientação será igual ao dos dias anteriores.

Passo 1 – Conduzir a omoplata direita para a parede, sem levar o crânio, procurando não tirar a mão de cima da perna. Manter a posição por um tempo e soltar. Repetir total de 3X.

Passo 2 – Levantar o ombro na direção do teto, sustentar e deixar cair. Repetir total 3X.

Passo 3 -  Levar o ombro na direção da orelha, sustentar e soltar – 3X.

Passo 4 – Levar o ombro para baixo imaginando que o cotovelo o está puxando para o chão. Sustentar, soltar. 3X

Passo 5 – soltar o braço ao lado do corpo e se observar. Depois soltar o outro que não trabalhou e comparar sensações. Dê seu tempo. Sinta-se.

Passo 6 – Repetir tudo com o outro lado.

Passo 7 – Esfregar as mãos, massagear o rosto e deixar o corpo tombar sobre as pernas como já aprendeu a fazer.

Levantar e se espreguiçar.

Tempo total: máximo de 30 min.

Quinto e sexto dia

Repetir os dois exercícios, terminando com a reversão já aprendida (mãos no chão, etc...), levando os joelhos ao chão colocado a testa também apoiada no chão, expirando com a atenção voltada para o centro do corpo – 3 dedos abaixo do umbigo. Antes de levantar, convergir os olhos para o centro e para baixo. Deitar no chão e espreguiçar bastante permitindo que os movimentos do corpo venham à tona.

Tempo total: mínimo de 40 min.

Sétimo dia

Pesquisar nos exercícios já aprendidos, qual aquele que melhor se encaixa, em sua opinião, com o que aprendeu nesta semana. Fazer a ligação de maneira bem clara mentalmente e depois partir para executar o que esquematizou.



ESTES EXERCÍCIOS DEVEM SER FEITOS DURANTE 2 SEMANAS

1 de setembro de 2011

EXERCÍCIOS DIÁRIOS - Parte 2



Após se exercitar durante duas semanas com a seqüência já apresentada, começar a fazer uso dos exercícios que apresentarei a seguir.

Primeiro e Segundo dia

Colocar musica que lhe agrade em volume bem baixo. O ideal é que seja em ritmo suave e lento. Musicas de Mozart e Bach são muito aconselhadas pela musicoterapia.

Deitar no chão e colocar as penas em cima da cama, sofá, cadeira ou em dois banquinhos. É importante que a curva do joelho se acomode de maneira bem acoplada ao apoio. Dar suporte para cabeça colocando um livro embaixo do crânio, elevando-o ligeiramente, deixando liberada a região da cervical. Abrir os braços ao lado do corpo. Olhe para onde os está colocando: devem seguir uma linha descendente a partir da ponta do ombro. Palma das mãos voltadas para cima.

Dar um bom tempo até sentir seu corpo entregue à proposta dada.

Focar a atenção nas mãos observando o grau de percepção dos dedos. Não faça nenhum movimento com eles. Questione-se internamente: “Quais os dedos que percebo mais? Quais os que percebo menos?” Durante a observação cuide da boca para que a mesma não se contraia, mantendo a língua relaxada no chão da boca. Observe a borda da língua tocando nos dentes e a saída do ar através dos lábios que devem estar ligeiramente entreabertos.

Quando se sentir preparada (o), passe a focar a atenção apenas na mão direita. Coloque um dedo de cada vez no chão sem permitir que o movimento de um dedo altere a tranqüilidade do outro. Sustentar no chão, observando o toque da unha. Manter o toque com uma leve pressão e partir para o próximo dedo. Seguir adiante até completar os 5 dedos.  Com os dedos pressionados no chão, conduz o olhar na direção da palma da mão, mantendo a cabeça no lugar. Desta vez não deixe cabeça tombar. Soltar todos os dedos e o olhar de uma só vez.

Dar um tempo para se observar na totalidade com a intenção de comparar as novas sensações com as anteriores. Recomeçar com a outra mão. Ao finalizar, retirar as pernas do apoio abraçando-as ou segurando-as com as mãos.

Balançar o corpo para um lado e outro até que ele tombe para um dos lados (o que quiser). 

Começar um bom espreguiçamento buscando o bocejo. Partir desta posição para vários movimentos circulares até ficar na posição de engatinhar. Brincar com a coluna subindo e descendo e começar a desenvolver o caminho até chegar na posição vertical, cuidando para que seja construído lentamente.
Tempo mínimo de dedicação: 30min.

Caso venha a adormecer durante os exercícios com as mãos, deixe que aconteça e retome de onde se lembrar que estava.

Obs.: este mergulho nas ondas alfa é considerado relaxante para o encéfalo. É sinal de que está liberando tensão excessiva acumulada nas redes neurais. Quando o corpo não está supercarregado ou quando está sobrecarregado em demasia, o “sono” (torpor) não acontece. É preciso persistência para que a regulagem conduza o corpo para um contato com as sensações, sem desligamento da atenção voltada à coordenação motora.

Terceiro e Quarto dia

Sentar em um banco ou cadeira sem espaldar. Arrumar um saco de açúcar, arroz, feijão, farinha ou similar que tenha o peso de 1 kilo. Segurá-lo com a mão esquerda, deixando o braço pendurar ao lado do corpo. Observar atentamente o nível de pressão dos dedos ao segurar o peso. Equilibrá-lo mantendo o mesmo nível em todos os dedos. Fazer a regulagem partindo do dedo cujo toque vier a se apresentar de maneira mais sutil.

Mantendo esta regulagem, começar a fazer o pêndulo com o braço sem deixar que o ombro se mova. Olhos fechados. Perceba com bastante atenção a mão e o ombro. Descubra a articulação umeral > encontro do úmero (osso do braço) com a omoplata, clavícula e acrômio. (ver figura no final desta postagem).

 Deixe que seu tempo interno lhe sinalize o momento de finalizar.

Coloque o saco no colo, e sinta o braço pendurado ao lado do corpo. Observe a mão e os dedos. Brinque com eles produzindo vários movimentos de rotação e algo a mais que possa surgir. Solte o outro braço e compare os dois.

Levante, caminhe observado as reações do lado trabalhado e do outro. Compare as diferenças. Só para comparar. Se quiser, olhe-se no espelho e veja se consegue captar alguma diferença na face. O objetivo é aguçar seu grau de percepção sobre você para que aprenda a reconhecer suas ações/reações orgânicas com maior nitidez. O diálogo com seu Corpo Físico é fundamental para a manutenção da qualidade respiratória, núcleo vital.
Retorne ao banco / cadeira para brincar com o outro braço.
Finalizar tombando o corpo sobre as pernas como aprendeu a fazer nos exercícios da Parte I.

 Tempo mínimo: 30 min.

Quinto / Sexto dia

Deitar no chão ou cama, pernas dobradas, pés apoiados no chão. Braços abertos, palmas das mãos voltadas para cima. Cabeça apoiada em travesseiro ou almofada.

Trazer a palma da mão esquerda para cima do peito. Sentir o toque da mão, observando a presença dos dedos. Deslizar a mão sobre o peito indo na direção do ombro e voltar para o lugar onde estava. Dar tempo. Voltar a deslizar, passar pelo ombro e ir na direção do cotovelo, deixando a cabeça tombar. Retornar. Voltar a deslizar percorrendo a mesma direção e ir na direção da mão direita. Não precisa chegar lá. Basta a intenção. Deixe a mão levar corpo e fique atento (a) na presença dos pés. Eles darão apoio para que o corpo possa virar. O braço direito deve permanecer impassível.

Ao finalizar a 3ª. X descanse e se observe. Solte as pernas e espreguice.Solte-se no chão e sinta seus braços e caixa torácica. Compare as diferenças,

Repita com o outro braço todo o procedimento.

Ao finalizar, escorra as pernas para baixo, espreguice e use os mesmos movimentos do 1º. e 2º. Dia para levantar.

Sétimo dia

 Escolha um dos três exercícios e repita.

OBS.: Estes exercícios têm como objetivo principal massagear o diafragma auxiliando no distensionamento do aparelho respiratório.
APROVEITE!!!

OBSERVE A ARTICULAÇÃO UMERAL QUE VOCÊ VAI TRABALHAR NESTE EXERCÍCIO.









OBSERVE QUE, QUANDO INSPIRAMOS O DIAFRAGMA DESCE E QUANDO EXPIRAMOS ELE SOBE.

28 de agosto de 2011

Imagens eluscidativas







Com a intenção de ajudar no conhecimento do Corpo Físico.


De cima para baixo:



  • Esqueleto Ósseo de frente e de costas
  • Região da Cervical
  • Pontos de relação energética da mão com o corpo
  • Configuração do corpo com o pé - a importância de cuidar dos pés
  • Mapa de reflexologia dos pés
  • Sistema Nervoso Central e suas ramificações periféricas